Nós 4 confere: O farrancho das parcerias no fast fashion

Que a parceria entre as grandes lojas “populares” e marcas caras cresce a cada dia, isso a gente já sabe. Que as mesmas arrastam meio mundo de gente pras lojas, isso a gente também já sabe. O que a gente sabe cada vez menos é quando as mesmas serão lançadas, e qual será o nível da coleção.

Eu me emocionava muito mais no início das mesmas, a não muito tempo atrás. Lembro que há uns dois anos, quando foi lançada a parceria entre Riachuelo e Oskar Metsavaht, esperamos algumas semanas a chegada das peças aqui, e no dia do lançamento eu estava lá, de olho em meio mundo de coisa. Era cara de Osklen com qualidade de Riachuelo, o preço era acessível, então valia a pena ter várias daquelas peças (que por sinal eu ainda usaria se não tivesse engordado tanto nesse intervalo de tempo. QQA???).

Osklen para Riachuelo.

Até então os intervalos entre as coleções duravam tempo suficiente pra criar expectativa e recuperar o bolso para a próxima compra. Hoje não é mais assim. Cada loja (C&A e Riachuelo, para ser mais específico) lança uma nova parceria praticamente a cada dois meses, ou até menos. Tudo bem que estas são (ou pelo menos parecem) vantajosas para todo mundo: A loja dá um upgrade na sua produção, a marca ou estilista mostra o que sabe fazer para o grande público (sem trabalho muito grande, já que quem vai ficar com o serviço pesado da produção das roupas é a loja), e a clientela tem a oportunidade de comprar peças com uma cara mais in, desenhadas por “fulaninho de tal”, pagando pelo menos 1/5 do que pagaria por uma peça da marca. Bom para todos, até que a segunda ordem seja dada.

O problema é exatamente esse: já estão dando a segunda ordem. E a mesma é lançar parcerias desenfreadamente. A impressão que passa é que tá faltando um pouco de critério nessa pressa por novos trabalhos. Coleções são lançadas da noite para o dia, algumas coisas vêm em quantidade insuficiente, portanto o que é legal de verdade esgota em 24h e o restante fica sendo acumulado em uma arara no canto da loja, desvalorizando o produto…

Depois de uma parceria com a estilista Andrea Marques que resultou em uma coleção linda, feita com carinho, com qualidade no acabamento, a C&A ousou um pouco demais e lançou 3 coleções em 3 semanas consecutivas: Santa Lolla, Dress to e Mixed. A primeira foi digna, cara de Santa Lolla com qualidade de C&A, a segunda passou pelo mesmo processo (apesar de alguma patinada que acontece aqui e ali). Já a terceira… Perdoem-me, mas veio com cara de Marisa.

Dress To para C&A.

Andrea Marques para C&A.

Tudo bem que a Mixed seja uma marca sóbria, de peças simples e elegantes, mas não vamos confundir sobriedade e simplicidade com pobreza. Entre um blazer de corte mais elegante ali, um shortinho mais ousado aqui, uma jaqueta acolá, tem um monte de blusinha de malha com renda que parecem que foram compradas bem ali assim. Juntas ao vestido de paetê (que se estivesse colocado em outro canto até poderia ser mais convidativo), às saias e outros vestidos, resultaram em uma coleção meio água de dengue, sabe? Parada… Tem peças bonitas, claro. Tem a Carol Trentini linda na campanha, maaas…

Enfim, enquanto estava lá encontrei uma amiga com um catálogo da Daslu para a Riachuelo (que até então eu nem sabia que estava sendo lançada), e fui conferir. A marca foi bem Daslu mesmo (ou seja, saliente), em tudo, inclusive no tamanho da coleção: Alto Verão 2013 feminino, masculino e feminino infantil. O catálogo lindo, com fotos tiradas por Bob Wolferson em Cartagena, no Caribe, traz 6 modelos (2 rapazes e 4 new faces, incluindo Alicia Kuckzman). A coleção feminina é grande, tem uma parte mais urbana, outra beachwear, uma com uma pegada resort, e fecha com um lance meio happy hour. Confusos? Me too.

Ryqueza.

A parceria com a Daslu Homem me deixou meio surpreso, pela qualidade. Depois de dar umas cagadinhas no maiô com a Zapälla e com Lorenzo Merlino, a loja fez uma coleção com a qual dá pra sair de boa por aí dizendo que tá usando Daslu, rs (até porque a maioria das peças vêm com o símbolo da marca, como é de costume). A maioria com aquela cara de happy hour: Pólos em algodão (algumas com cara de Pool, devo confessar), camisas listradas, camisetas flamê ou com malha desgastada, muito chino, muito azulzinho e verdinho, branco, bege, marrom… Muito bom gosto, ponto final.

Daslu Homem.

Enquanto as peças masculinas dormiam nas araras, por falta de gente interessada, um monte de cunhã se esgueirava pra conseguir pegar as peças que restavam na seção feminina. Isso porque como a maioria delas leva umas 500 peças para o provador, acaba que na maior parte do tempo as mesmas não estão disponíveis. Aí depois os funcionários trazem de volta pra arara as 498 peças que elas não levam pra casa, a maioria toda molambada.

Mas voltemos à coleção. Bom, como loja a Daslu é o que é. Já como marca… Tem aquela coisa: muita estampa, muito animal print, um tecido brilhoso aqui e ali, cores fortes, e etc etc etc. Como a coleção aqui é alto verão, tem tudo isso junto, e mais um pouco. Ou seja, uma confusão danada. De um lado tem onça, do outro uma estampa linda com uma ilustração de balneário (a mesma que vem na sacola, que por si só já vale a compra), do outro uns grafismos (lindos, por sinal). Aí tem também muito floral (a cara da Dript, a marca de beachwear da loja), e como cor de fundo uma briga danada entre tons pastéis e cores fortes. Sem contar com o preto que aparece nas peças na moda “noite”.

A variedade de tecidos também é uma loucura: algodão, viscose, poliamida, poliéster, alguma coisa parecida com crepe, linho, (…), ufa! Assim como os modelos, que vão da regata de algodão ao míni de festa. Ok, tem sim peças bonitas, umas blusonas amplas lindas, e uns shortinhos que rapidinho sumiram. Mas com a intenção de lançar uma coleção grande, a parceria acabou sendo um pouco equivocada demais: muita mistura, muita cor. Me senti em um feirão. Meninas de bom gosto sem dúvida conseguirão fazer boas aquisições, enquanto houverem peças. Só espero que não aconteça com restante o mesmo que aconteceu com a coleção do André Lima: toda espremida em uma arara promocional ao lado da nova coleção.

Nós 4 confere: Santa Lolla para C&A

Hoje o Nós 4 “madrugou” pra conferir o lançamento da coleção Santa Lolla para C&A. Então, às 07:40, estavam lá Augusto (bocejando) e Maria Clara (toda trabalhada na maquiagem e na camisa da coleção Andreia Marques), em um “opening” especial, que a loja está fazendo agora para poucos e bons, toda vez que traz alguma parceria. QQA???

Os cintos foram dispostos na entrada do espaço da coleção. Alguns muitos bonitos e de preço digno. Uma companheira nossa de blog não resistiu e levou 2. #táerrado

Quando chegamos, havia iniciado há uns 10 ou 15 minutos, e já tinha umas gatas de sacola cheia. Algumas das bolsas já haviam esgotado (as que restavam não eram muitas, espero que a loja ainda tenha em estoque) e rapidinho a gente via algumas prateleiras ficando mais vazias. Mas ainda tinha muita coisa legal.

Uma prima nossa #chatiada porque não encontrou mais na pontuação dela.

Minha prima em busca de uma 35 (fica a dica pra quem quiser dar presente).

E o que dizer da coleção? Bacana, bonita, digna. Cara de Santa Lolla e preço e qualidade de C&A. Ou seja, peças bonitas, algumas bem sofisticadas, porém feitas em materiais mais simples que os da marca (as bolsas, por exemplo, não são de couro), e com preço acessível (no máximo R$199,00, pelo que vimos na loja e no catálogo). Algumas coisas pecam pelo acabamento, mas no geral vale a pena. Principalmente as bolsas e sapatilhas em palha, que nós achamos bem finas.

Detalhe da sapatilha em palha e em couro, e linda em ambas as versões.

O catálogo, com a Ana Claudia Michels, que já tá valendo só por tê-la na campanha.

O mix de materiais, cores e texturas que a marca faz sempre (palha, couro, dourado e muuuito spike), e que dá certo.

No geral, a coleção tá boa, vale a pena conferir e comprar, apesar de alguma falha aqui e ali (depois da coleção muito ❤ em parceria com a Andreia Marques, nós ficamos bem exigentes). Pedimos desculpas por não termos mais fotos dos produtos, mas é porque a princípio disseram que a gente não podia, e quando liberaram já estávamos de saída. Mas fica como um bom argumento pra quem quiser ver, dar uma chegada na loja.

E é isso. Xêro no oi!

Nós 4 avaliamos: Blistex Lip Releaf Cream

      Quem convive comigo sabe que sou o Rei da Boca Seca e não consigo viver sem protetor labial,  sempre arriscando as novidades que aparecem. Ontem descobri que na Pague Menos agora estão vendendo Blistex, e arrisquei esse aqui, pra dar uma variada no bom e velho Chapstick:

 

      A Blistex é uma tradicional marca americana de protetores labiais, e tem como principais concorrentes Chapstick e Carmex, que não são vendidas aqui (exceto quando a pessoa que vos fala importa e vende pras galere), então eu já achei vantagem encontrá-la, e pelo preço acessível (R$ 13,00). Seu diferencial é que tem como prioridade a proteção (importante nesse clima daqui), então todos os produtos possuem FPS.

      A Lip Releaf Cream na verdade é uma pomada regeneradora labial, menor que uma super bonder, podendo ser guardada até no bolso. Tem gosto de menta refrescante e hidrata muito, sendo indicada para lábios severamente ressecados (eu passei antes de dormir e ainda senti quando acordei). A desvantagem é que é ruim de passar, e que na hora os lábios ficam meio esbranquiçados (pomada, né?), mas depois a cor some, e quase não fica brilho.

      Quem passar pela drogaria poderá ainda ver outros tipos de protetores da mesma marca. Esse eu achei que vale a pena, pela proteção. Mas não substitui a praticidade dos sticks.

Nós 4 confere: Marcelo Sommer para Extra

     O Nós 4 conferiu a coleção do estilista Marcelo Sommer para o Extra, que já chegou aqui em Teresina (pra falar a verdade, a gente nem sabia que vinha) e que tem bem mais cara de Extra que de Sommer.
    Lógico que alguns dos elementos sempre apresentados nas coleções da sua própria marca estão presentes, como o xadrez, a atitude rock´n´roll, o cinza e o preto e os jeans ajustados, e só. A coleção não traz nada de absurdamente diferente, mas tem sim algumas peças interessantes que, apesar do acabamento e do tecido (que não são 100%), valem a pena pelo preço convidativo que o supermercado costuma oferecer.
As que gostamos mais (vale lembrar que as fotos não estão muito boas, porque mais uma vez nós andávamos apenas com o celular e com um pouquinho de medo que alguém da loja visse e reclamasse):
Dessas peças, a mais barata é uma camiseta de 25,90 e a mais cara, uma calça de 79,90. Bem acessíveis, só não pode se preocupar tanto com durabilidade.

Nós 4 avaliamos: esmalte cheiroso

Ganhei do Augusto esse esmalte perfumado da Revlon e achei a proposta muito curiosa. Eu vivo de Risqué (não gosto muito da Colorama) e nunca tinha testado um esmalte que tivesse fragrância depois de seco. Tá, pode me chamar de pobre.

À princípio, é bem estranho porque o cheiro fica bem forte, ao ponto d’eu sentir sempre que movimentava as mãos perto do rosto, sem nem precisar cheirar as unhas.

Cada cor tem uma fragrância e eu definiria a desse meu como “frutinha meio doce e mentolada”. Pode achar estranho, mas eu senti isso.


O perfume durou uns 3, 4 dias. Uma quantidade bem razoável, eu acho. Quanto à durabilidade do esmalte nas unhas, foi a mesma de uma marca comum que, comigo, começa a descascar em torno de 5 dias de uso.

A maneira de pintar é normal, como qualquer esmalte: agita o frasco e passa duas camadas.

No caso desse que o Augusto me deu, a cor tem um brilho bem intenso e bonito (minha super HP 2.0 megapixel pode não ter captado isso direito, sorry). Independente do cheiro, é um esmalte diferente dos de farmácia e supermercado. É diferente também quanto ao preço: o cheirosinho custa R$ 16,90 na Sacks, até mais barato que o “normal” da Revlon, que lá custa R$ 19,90, mas ainda é bem mais caro que aquelas marquinhas comuns.

Concluindo, acho que vale à pena de vez em quando investir em um esmalte diferente, uma cor mais difícil de encontrar, até porque não é tão caro assim (e a Sacks entrega com frente grátis nas compras acima de 20 reais). Maaasss… Pela questão do perfume em si… Só é válido por ser uma experiência diferente mesmo… No dia-a-dia, esse cheiro até me incomodou.

Ou seja, eu compraria pela cor, não pelo cheiro.

Nós 4 avaliamos: Milagrinho em frasco.

      Hoje eu fui “passear” com minha amiga Jackie na farmácia do Riverside (sim, nossas visitas às farmácias são praticamente passeios), e não entendi muito bem quando ela quase surtou ao ver algo que eu nem sabia que existia: Bepantol Derma Solução.

      Depois de me sentir a criatura mais desinformada do mundo por não conhecer “a oitava maravilha do universo” e de escutar um “Ai, Gu, todas as blogueiras recomendam”, resolvi arriscar (mesmo com muita desconfiança), porque afinal 15 reais não é o dinheiro todo do mundo inteiro.
O lance é o seguinte: O produto é à base de dexpantenol (pró-vitamina B5), e é vendido como “o segredo do cabelo saudável e da pele protegida” (pois mantém a presença da água que ambos precisam), servindo para o uso em áreas onde não dá pra ficar se melecando com o creme. Pode ser aplicado diretamente com as mãos (no caso do cabelo), ou com um algodão, na pele sensibilizada pelo barbear, depilação e etc.

      Achei de cara meio fail, já que parece uma aguinha mesmo. Mesmo assim, resolvi passar no meu rosto, já que minha pele muito sensível está detonada por causa do clima e de um tratamento cretino que estou fazendo. E não é que o efeito é incrível mesmo? Imediatamente senti mais macia e menos sensível. Gostei muito da sensação de conforto, pois senti que acalmou a irritação e o “repuxe” que sinto toda vez que saio do banho. Passei também nos braços, cotovelos, e aí resolvi guardar logo, porque no frasco só vem 50 ml.

      Em resumo: Mesmo usando só uma vez, achei que vale todos os centavos dos 15 reais investidos. Arrisquem e digam aqui o que acharam!

Nós 4 avaliamos: frescurinha boa!

Quem me conhece sabe que o meu maior terror, desde a pré adolescência é a acne. Nessa batalha incessante, já fiz vários tratamentos e, hoje, considero que eliminei quase 80% do meu problema, não fosse o calor terrível de Teresina, que só contribui pra aumentar a oleosidade da pele e, consequentemente, para o surgimento de cravos e espinhas.

Um produto que meu dermatologista me recomendou e, desde então, não deixo de usar é o sabonete facial Effaclar, ele tem microexfoliantes e, de longe, foi o que menos agrediu minha pele, digo menos, porque mesmo sendo muito ótimo, ainda chegou a me dar uma certa irritação.  Mas, depois que encontrei a versão para peles sensíveis, que é hipoalergênica e sem perfume, levantei as mãos pros céus e agradeci, pois ele se encaixou perfeitamente para a minha pele. É o que eu estou usando atualmente e estou amando mais e mais.

Além disso, nunca me contento muito com os produtos recomendados pelo dermatologista e sempre procuro novidades. Como meu médico insiste em dizer que eu não preciso de hidratante facial, eu testei alguns por conta própria, pois com o uso frequente de sabonetes anti oleosidade e ácidos para combater espinha e cravos, alguns pontos da minha pele ficam tão ressecados que chegam a ficar bem vermelhinhos, irritados e descascando. E todo mundo sabe que a pele não deve ser nem oleosa, nem ressecada demais.

Dois produtos que estou usando atualmente, me ajudam nessa parte de hidratação da pele e são o hidratante anti-acne da Clean and Clear e a água termal da La Roche Posay.

O hidratante eu já uso há algum tempo, sempre que a pele tá com aquele aspecto de ressecada e incomodando ou antes de me maquiar. Ele tem ácido salicílico na fórmula e, enquanto hidrata, ajuda a prevenir as “marvadas” de aparecerem, além de dar uma sensação refrescante no rosto.


Já a água termal eu comprei há pouco tempo e devo dizer que tô impressionada. Apesar de ser simplesmente uma água, ela é rica em minerais e nutrientes e realmente ajuda a acalmar, hidratar e equilibrar o ph da pele. Eu passo sempre depois do banho, que é quando minha pele fica com uma sensação de repuxada e ressecada e, instantaneamente, ela dá uma amolecida, sei lá, fica bem mais calma, além de a vermelhidão ter diminuído consideravelmente, mas o lance da vermelhidão diminuiu também depois que passei a usar o sabonete para peles sensíveis, então acho que foi um conjunto de fatores.

Quanto aos preços,  acho que o sabonete custou uns R$25,00 e  a água termal R$ 49,90, ambos na Farmácia Pague Menos, já o hidratante foi bem barato, mas não recordo o preço agora e eu comprei no Extra.

E vocês, gente, têm alguma dica de produtinhos para a pele que gostam de usar?

@thalitaviana

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

@venniciuscastro

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