Sobre nossos parceiros na promoção

Aproveitando nossa promoção linda, vamos deixar todo mundo atualizado sobre o que anda acontecendo com nossos colaboradores. Já tem um tempinho que não falamos sobre eles, e nesse espaço de tempo um bocado de novidade show tem aparecido. Tá errado??? Não, tá certo!

Então, sobre a Checklist nem tem muito o que falar. Roupas lindas e fófis chegando toda hora. E tem a Cassandra e as meninas de lá sempre trabalhadas na simpatia e no bom atendimento. O Nós 4 tá sempre acompanhando de perto. E lógico que no desfile que acontecerá no Ecomoda, no dia 25, estaremos prestigiando.

Vitrine da semana na Checklist.

Outra que a gente ficou sabendo que tá preparando lançamento de coleção é a Domitilla. Quem contou isso foi a linda da Mayara Cavalcante (ou Bayà, para os chegados), uma das donas da marca. Depois de lançar acessórios show em acrílico e látex, a gente fica meio ansioso pra ver o que vem dessa vez.

Nossa bonequinha preferida foi pra praia refrescar as ideias.

Quem não para de trabalhar também é a Galeria a Céu Aberto. Nossa amiga véa Larissa (ou Coração, como preferimos) sempre tem bolsas e etc com as estampas mais legais, que fazem a gente gastar dinheiro toda vez que passa por lá. E isso até faz lembrar que já tem um tempinho bom que a gente não chega na loja, e que tá na hora de voltar. Ok, melhor não.

Bom, and a Empório Perfumes??? Gostou de perfume e maquiagem e não quer gastar $, então corra para longe. Ou não! Os preços são bem melhores que os de mercado, então na hora que o Dante recebe coisa nova, rapidinho sai. MAC então… Tem que ficar de olho. Uma prima nossa, cujo nome começa com “Maria” e termina com “Clara Paz” ficou com um kit da coleção da Julie Verhoeven que dá medo até de pegar, de tão fino que é. Pra completar, agora ele tá vendendo bolsas Calvin Klein. E em breve lança a loja virtual, pra facilitar a vida das gatas. Oremos.

Kit show que a Maria comprou na Empório.

Lá pela Superfreak o Nós 4 passou na semana passada. Tá errado! Primeiro porque como tinha um tempinho bom que a gente não ia por lá, boa parte do que até então era novidade já havia sido levado pela galera. Segundo porque o Serginho disse que tava chegando umas caixas aí cheias de mercadoria nova, e se a gente voltar por lá agora o cartão de crédito vai trabalhar de forma indevida. Ir ou não ir, eis a questão.

Novidades chegando sempre.

Apenas uma pequena queixa em relação ao Bzar Futuro, do Juliano Menezes: Como fica bem ali assim em Parnaíba, é um pouco difícil passar por lá no fim da tarde, quando a gente sai do trabalho. Mas fica a dica pra quem for ao litoral. Conselho de amigo. O Juliano empreendeu algo bem avante em relação ao que temos aqui em The. Então, pra entender o tanto de coisa bacana que tem no Bzar Futuro, só estando no Bzar Futuro.

And that´s all, folks! Mais uma vez, obrigado aos nossos parceiros de promo. Tá todo mundo superquerendo.

Nós 4 confere: Bazar Futuro

      Aproveitando que agora nós 4 estamos curtindo a economia das compras de bazar e afins, e aproveitando também uma viagem que fiz a Parnaíba, não pude deixar de conhecer o Bazar Futuro, sobre o qual tanto me falaram.
      Organizado pelo simpático e atencioso Juliano Menezes, o bazar fica bem no centro da cidade, facinho de chegar lá. E vale a pena, tanto pela variedade, quanto pelos preços. O Juliano tem um gosto muito bom, e entre peças novas e usadas (em ótimo estado de conservação) de várias marcas (inclusive importadas), existem diversos achados (tipo um vestido H&M por 40,00 ou Forum por 32,00). Ou seja, impossível sair de lá sem levar algum coisa. Tem também acessórios lindos, além das camisetas e capas de almofada que ele produz. Essas eu adorei.
      O Bazar Futuro fica rua Riachuelo, 224, Sala 02, Centro. Quem sair daqui pra dar uma passeada no litoral deve conhecer, mas é melhor ligar antes para o (86) 9962 8126 ou 9407 6701, porque de vez em quando ele viaja pra trazer novidades, tipo essas, que eu curti muito:

 

 

Let´s get freaky!

      A Superfreak Store tá cheia de novidades naquele estilo very cool que o Nós 4 curte muito: camisetas, acessórios, toys e afins. E tá chegando mais! No sábado (14/04) os novos produtos já estarão expostos (para nosso sofrimento financeiro), e no fim da tarde vai rolar um momento liiindo, com ♥ discotecagem do Zan Viana ♥. Vamos???

Bazar Dazamigas

Que atire a primeira pedra swarovski a mulher que não gostar de renovar o guarda-roupa gastando nada ou quase nada.

Todas ama! Por isso azamiga sempre se reune para barganhar aquelas roupas e cacarecos que elas adoram mas, infelizmente, não servem mais.

Nesse esquema de mais por menos, vai rolar o Bazar Dazamigas e você, que é amiga de Nós 4, está convidadíssima.

Vai ser neste domingo, dia 15, às 15h, na rua Demerval Lobão 1530 (é muito 15, minha genthe!).

Compra e venda de várians peças a preços bem amigos. E tudo beautiful!

Se quiser aderir ao bazar com as suas roupitxas, é só mandar email pra lusobralc@gmail.com, que a Luísa te diz como fazer.

Beijostevejolá.

Desejo

Eu não sou muito de usar tênis, desde que passou a fase all star. Mas ando numa vontade de um cano alto cor metálica…

Dourado ou prata? Se for presente, você escolhe.

239,90 no Netshoes.

Pipow, nós 4 não sumimos… É que 3/4 do blog estava sendo phyno em Santiago. Em breve, post sobre novas aquisições estrangeiras.

Nós 4 avaliamos: Blistex Lip Releaf Cream

      Quem convive comigo sabe que sou o Rei da Boca Seca e não consigo viver sem protetor labial,  sempre arriscando as novidades que aparecem. Ontem descobri que na Pague Menos agora estão vendendo Blistex, e arrisquei esse aqui, pra dar uma variada no bom e velho Chapstick:

 

      A Blistex é uma tradicional marca americana de protetores labiais, e tem como principais concorrentes Chapstick e Carmex, que não são vendidas aqui (exceto quando a pessoa que vos fala importa e vende pras galere), então eu já achei vantagem encontrá-la, e pelo preço acessível (R$ 13,00). Seu diferencial é que tem como prioridade a proteção (importante nesse clima daqui), então todos os produtos possuem FPS.

      A Lip Releaf Cream na verdade é uma pomada regeneradora labial, menor que uma super bonder, podendo ser guardada até no bolso. Tem gosto de menta refrescante e hidrata muito, sendo indicada para lábios severamente ressecados (eu passei antes de dormir e ainda senti quando acordei). A desvantagem é que é ruim de passar, e que na hora os lábios ficam meio esbranquiçados (pomada, né?), mas depois a cor some, e quase não fica brilho.

      Quem passar pela drogaria poderá ainda ver outros tipos de protetores da mesma marca. Esse eu achei que vale a pena, pela proteção. Mas não substitui a praticidade dos sticks.

Nós 4 confere: Marcelo Sommer para Extra

     O Nós 4 conferiu a coleção do estilista Marcelo Sommer para o Extra, que já chegou aqui em Teresina (pra falar a verdade, a gente nem sabia que vinha) e que tem bem mais cara de Extra que de Sommer.
    Lógico que alguns dos elementos sempre apresentados nas coleções da sua própria marca estão presentes, como o xadrez, a atitude rock´n´roll, o cinza e o preto e os jeans ajustados, e só. A coleção não traz nada de absurdamente diferente, mas tem sim algumas peças interessantes que, apesar do acabamento e do tecido (que não são 100%), valem a pena pelo preço convidativo que o supermercado costuma oferecer.
As que gostamos mais (vale lembrar que as fotos não estão muito boas, porque mais uma vez nós andávamos apenas com o celular e com um pouquinho de medo que alguém da loja visse e reclamasse):
Dessas peças, a mais barata é uma camiseta de 25,90 e a mais cara, uma calça de 79,90. Bem acessíveis, só não pode se preocupar tanto com durabilidade.

Sobre despesas e o bolso de cada um

      De uns tempos pra cá tenho percebido que existe uma idéia circulando mundo afora segundo a qual pessoas que se interessam por moda e dedicam um pouquinho do seu tempo pra escrever sobre tal assunto – por mais pouquinho que seja – passam parte considerável do seu tempo livre (ou não) “curiando” o que há de novo e, sempre que possível, comprando. Quando eu olho pelo lado do Nós 4 acabo percebendo que, na verdade, isso é… absolutamente real.

      Semana passada, enquanto realizava com Maria e Thalita um de nossos incontáveis passeios pelo shopping, comentei sobre a necessidade de controlar um pouco os gastos, e chegamos à conclusão de que este não é um problema somente meu. Isso estava me incomodando um pouco mais desde a noite anterior, quando compartilhei com um amigo o que a minha mãe diz: “enquanto você compra sem precisar, tem gente que precisa e não pode comprar” (sim, ela diz isso) todas as vezes que apareço com algo novo, e ele me contou que não compra nada que não precisa, pois “casa e filhos fazem com que você esqueça outros gastos”.

      Depois dessa conversa eu tinhas duas opções: A primeira seria pensar que já que não tenho casa nem menino pra criar, poderia fazer a festa com meu dinheiro (que nem é lá essas coisas), depois de passar um mês trabalhando para tê-lo. Já a segunda, merecedora de um pouco mais de esforço da minha parte, seria considerar o fato de que após um mês trabalhando, o $ recebido deveria ser mantido com um pouco mais de zelo e carinho.

     Enfim, minha vida financeira não é questão a ser abordada aqui. O ponto no qual quero chegar é que é muito cômodo para nós assumirmos essa postura de “ah, o dinheiro é meu, posso fazer o que quiser com ele”. Como jovem adulto de classe média, cujos pais se esforçaram para dar o que havia de melhor, e que por isso teve acesso ao que havia de melhor (dentro do possível), eu, assim como meus amigos e muitos outros de nós, esperamos ansiosamente pelo dia em que poderíamos vislumbrar certa independência financeira, e que poderíamos consumir sem dar maiores satisfações, o que quer que fosse: roupas, perfumes, CDs, livros, carros, remédios… Não importa o interesse de cada um, e sim que chegou o dia em que várias coisas antes cobiçadas através das vitrines, revistas, telas de TV e computador poderiam ser materializadas.

      Somos a primeira geração de adultos que cresceram com a facilidade da aquisição dos importados e das compras pela internet, e que não se perceberam “obrigados” a saírem da casa dos pais para lidar com despesas domésticas. Tudo isso depois de assistirmos com olhos arregalados a última grande inflação, quando eu não entendia por que coisas básicas tinham que ser estocadas em casa, pois o preço dobrava em uma semana. Lidamos, pois, com um volume de informações distoantes em um espaço de tempo relativamente curto. Trauma infantil? Não! Mas talvez a liberdade que sentimos por administrarmos nossa vida financeira em uma economia um tanto quanto estável e – por que não – permissiva, faça com que percamos (seria essa a palavra certa?) um pouco o freio dos nossos gastos, e  ultrapassemos o limite do bom senso.

      Tudo bem, o chatonildo aqui sabe que cada um faz o que quer do dinheiro que ganha, antes de qualquer possível argumentação. Mas o que quero aqui não é convidar quem possa estar lendo este post a ser adepto da Simplicidade Voluntária, até porque eu gosto de comprar e consumir e acho a vida bem mais interessante por me permitir isso; muito menos pregar uma mensagem de caridade e sustentabilidade, pois já tem um monte de gente que faz isso. Eu também sei que é o consumo move o mundo, mas talvez seja o momento de questionar que tanto eu estou retirando deste mundo pra guardar no meu guarda roupa. Será que o que está sendo acumulado lá dentro (ou o que está por vir) não ocupa espaço desnecessário? Será que parte disso poderia sair, ou nem mesmo vir, e que minha vida em nada mudaria por isso? E se, em último caso, despesa continua sendo a “palavra de ordem”, será que eu não posso simplesmente gastar com outras coisas (passeios e eventos culturais, por exemplo) e pegar leve com os bens materiais?
      É uma série de “serás” para a qual não tenho resposta, e que, como bom gastador que sou, me desafio a tentar descobrir também.

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