A arte de Somefield

Vi no blog da Juliana Jabour e resolvi compartilhar com vocês as ilustrações de Somefield. Não consegui obter maiores informações sobre o ilustrador, mas achei fascinante a aura dos seus desenhos, a utilização das cores e o traço. Muito legal!

Gostou? A fanpage dele é essa aqui.

A arte de Ignacio Torres

Ignacio Torres é um fotógrafo norte-americano que se propôs a explorar teorias científicas, juventude e identidade, através do uso da fotografia, gifs animados e vídeo.

Um dos seus projetos mais legais e que reflete o ideal do seu trabalho é o ‘Stellar’, que nas suas palavras “começou a partir da teoria de que os seres humanos são feitos de matéria cósmica, como resultado de uma morte estrelas.

Mais

Teste de Resistência

Veja as imagens abaixo:

Guy le Tatooer

   

   

   

David Hale

   

   

   

Lukas Musil

   

        

Peter Aurisch

   

   

Agora tente NÃO pensar em fazer uma loucura tatuagem. Tempo na tela!

Iris van Herpen e a escola McQueen

    Quando Alexander McQueen morreu, a moda ficou carente de drama, é… ficou, ficou ligeiramente sem sal.

    Ele mastigou a Alta Costura e jogou de volta na passarela uma obra intensa, poética, chocante, que amedronta e encanta. Perdemos um gênio. #fato

    Mas McQueen  parece que deixou um discípulo na Terra.

    A holandesa Iris van Herpen é uma estilista extremamente conceitual, na verdade ela cria esculturas para serem vestidas, pelo menos eu vejo assim. Estruturas super tecnológicas,  cortes milimétricos, muitas camadas, simetria e uma  forma ao mesmo tempo geométrica e orgânica.

       

       

    Eu não acho que a similaridade nos trabalhos de McQueen e Herpen esteja (apenas) na estranheza de algumas peças. Mas sim no nível de excelência da costura e do resultado que eles obtiveram ao explorar ao máximo o material que eles escolheram. Mesmo que em campos distintos. Alexander com a precisão artística da costura e Iris com a exploração de maquinário digital.

    Iris utiliza muitos tecidos tecnológicos, materiais como plástico, borracha e fibras sintéticas. As peças passam por um processo de impressão a laser que permite que o trabalho atinja esse nível. E o corte definitivamente não é feito por mãos humanas.

       

    Outra curiosidade sobre o trabalho de Iris é a sua parceria com o arquiteto (olha aí, minha gente!) Daniel Widrig. Vejam um pouco do trabalho do cara que vocês vão entender a participação dele.

       

    Claro, ainda não vejo um apelo cênico forte no trabalho da holandesa, nenhuma carga teatral mais aguda como a que Alexander McQueen mostrava nas passarelas. Mas as roupas criadas por Herpen, a visão de ambos, o “passo dado para frente” definitivamente destoam dessa eterna mania que a maioria dos estilistas atuais tem de olhar pra trás o tempo todo.

       

    E se bateu a curiosidade de ver um ser humano se movimentando com as roupas da estilista. Saca só esse vídeo:

O máximo não é mesmo, Björk?

“- Tô salva!”

A arte de Carola Lagomarsino

Ontem a Teresa postou essa imagem no facebook, que eu achei tão linda que deu vontade de saber mais sobre a ilustradora:

O trabalho é da Carol Lagomarsino, uma Argentina, de Buenos Aires, que cria desenhos incrivelmente sensíveis:

Imagina o tanto de artista bom que tem solto nesse mundo e a gente nem faz ideia…

A arte de Mama’s Little Babies

Esse, na verdade, não era pra ser um post “a arte de”, porque Mama’s Little Babies é uma lojinha virtual. Mas o trabalho da designer Cheri é tão rico, que merece ser classificado como arte mesmo.

Cheri.

Cheri é essa senhora com o sorriso muito simpático, que mora em Santa Cruz, na California, e é apaixonada por ilustrações vitorianas. Ela criou uma linha de bijuterias feitas e ilustradas à mão, impressas em plástico e finalizadas com materiais de alta qualidade, cuidadosamente escolhidos.

É um trabalho tão lindo e rico em detalhes que emociona, sério. Olha só:

Os preços variam entre 19 e 45 dólares e ela também entrega no Brasil.

A Arte de Fab Ciraolo

Passeando pelo Blog Na Filó, encontrei um post sobre as ilustrações de Fab Ciraolo e gostei tanto que resolvi compartilhar aqui com vocês.

A arte de Fab se destaca pelo fato de ele utilizar contextos atuais para redesenhar ícones da cultura pop, modelos e super heróis, utilizando cores suaves e fundos psicodélicos.

Nós 4 Confere: Riachuelo Fashion Five

      Hoje o integrante menos ocupado do blog aproveitou o intervalo do almoço pra dar uma olhadinha rápida na tão falada nova coleção da Riachuelo. A proposta da Fashion Five foi reunir 5 marcas nacionais bem significativas (André Lima, Huis Clos, Juliana Jabour, Maria Garcia e Martha Medeiros) para produzir roupas com cara de festa.

      Há algum tempo, quando vi o anúncio dos estilistas, fiquei o mais próximo do que se pode chamar de “tenso”. Afinal, quando penso em nomes como André Lima e Clô Orozco numa mesma coleção, a última palavra que me vem à cabeça é “coerência”. Mas, enfim, nossa amada Riachuelo ousou, e aqui trazemos impressões sobre o resultado.

      1º ponto a ser considerado: A coleção é a mais elaborada de todas as parcerias que a Riachuelo já fez (e que foram trazidas para Teresina). Tecidos mais phynos, paetês e rendas a sair pelo cano (um esforço pra justificar tanta gente de responsa em um lugar só, né?), mesmo considerando o número de peças, um tanto quanto reduzido (em quantidade e variedade).

      2º ponto a ser considerado: Vamos colocar uma coisa na cabeça, meu povo: não dá pra exigir acabamento de primeira. E essa é uma questão significativa quando calculamos os custos das peças (99,00 e 149,00 imperam). Aí você se pergunta se está pagando por uma criação de fulano-de-tal, ou por uma roupa de um grande magazine. Cada uma pondera da maneira que achar melhor.

      Agora vamos ao que realmente interessa: fotos! Aproveito pra fazer um agradecimento especial à minha linda Priscila Costa, que eu encontrei por lá e que se ofereceu muito lindamente para fotografar algumas peças no provador (já que eu havia tirado uma foto no meio da loja morrendo de medo que alguém me pegasse, pois não fazia muito sentido entrar no provador masculino carregando tanto glamour). Pois bem, eis aqui minhas peças preferidas de cada estilista:

      As peças de André Lima são bem… André Lima. Peças amplas, tecidos fluidos, animal print, flores, e brilho até dizer chega. Mas é dele a minha peça preferida da coleção, porque nada como ousar de cum força numa blusinha só:

Blusa discreta de tricô lurex. R$ 99,00 milhões.

 

 
            Essa foi a única que tirei foto na hora e coloquei no facebook, do tanto que gostei. A Maria, que não é abestada e nem caiu da rede, me pediu logo pra comprar uma pra ela. Na hora que peguei era a única da arara.
     
      Vamos às contribuições de nossa amiga Clô Orozco. Na minha humilde opinião a Huis Clos foi a marca mais mal aproveitada. Não sei se é porque de todas é a que gosto mais, mas não achei que reproduziram nas peças elementos interessantes e habituais, como a preocupação com o design e os materiais. Os tecidos brilhosos e os paetês pareceram forçadinhos e empobreceram as roupas. Essa saia assimétrica foi a que mais gostei.
 

Saia em cetim. R$ 99,00 (se eu não me engano)

 

    
      Continuando com tia Clô, agora partimos para a Maria Garcia, que é mais ou menos a divisão jovem (por assim dizer)da Huis Clos. Nem por isso as roupas são parecidas, já que a MG faz uma linha mais sexy, com roupas mais moldadas ao corpo, transparentes, curtas e brilhosinhas (mas sem piriguetismo). E, sim, achei que ficou um pouco com a cara da marca.
      Eis aqui um vestido lindinho que achei muito digno:
 

Coisa lindinha de cetim com paetê (R$ 159,00). Tem tembém prata. Não, obrigado.

 

   
      Acho que pra Juliana Jabour não foi muito difícil adaptar o trabalho dela não, porque como ela adora uma malha (e na riachuelo chove malha, né?) ela acabou fazendo a festa no próprio tecido. As roupas ficaram legais, mais soltinhas, com uma estampa interessante de girafão, que ficou linda em umas peças de crepe levinho. Esse vestido eu gostei e a Priscila também aprovou:
 
 
 
 
     
      Pois é, minha gente, e a Martha Medeiros, hein? Antes de falar sobre as roupas vou dizer que ela já me ganhou só por colocar a linda da Laura Neiva como modelo (até porque tem um fotão dela na entrada da loja). Assim…, a gente sabe que o grande lance da MM é o uso de renda renascença, que faz com que as roupas sejam tão lindas e caras (por isso a Thalita Cavalcante sonha tanto com elas), só que não dá pra colocar renascença num vestido de 180,00. Então no lugar dela entram aquelas rendas que a gente vê lá pelo varejão mesmo.
      Não estou desmerecendo as roupas (de forma alguma), mas faltou uma coisinha, sabe? São vestidos, saias e blusinhas muito bonitinhos, para moçoilas românticas e modernas. Tem rendinha delicada, paetêzinho, corezinhas suaves… Mas fujam da camiseta com um laço gigante de paetê (achei a peça mais medonha de todas)!
      A que eu achei mais legal foi esse vestido, meio assimétrico, meio romanticozinho:
 
Vestido com detalhes de renda da solinhas (R$140,00)

 

 
 
 
 

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