Semanário do Nós 4! #9

Madonna | early years.

Lançamento: Esmaltes Risqué.

Amy aos 18.

Contra a parede: Julia Petit.

Mais matemática: Swatch + Kidrobot = Wishlists.

O lado B de Ringo.

Fashion ou mulambenta?

Muitas vezes, o que as gêmeas Olsen usam é questionado e vira alvo de polêmica.

Mas, se EU sair de casa com uma roupa tipo essa, vão me achar fashion?

Talvez, no caso dela, achem só pelo preço das peças mesmo… Afinal, só a bolsa custa singelos US$39.000.

Imagem: Petiscos.

Por trás da moda

A revista Marie Claire preparou uma websérie chamada “Por Trás da Moda”, mostrando o dia-a-dia de alguns profissionais da área, através dos bastidores do SPFW.

São 4 episódios, que contam um pouco sobre o processo de criação e preparação de um desfile, a rotina das modelos e até a escolha do make. Olha só:

Episódio 1: “O diretor de criação”, com Luis Fiod, da Animale.

 

Episódio 2: “A modelo”, com Luana Teikfe.

 

Episódio 3: “O maquiador”, com Ricardo dos Anjos.

 

Episódio 4: “O estilista”, com Dudu Bertholini, da Neon.

 

Muito lecau.

A Casa do Rem

Vanguardista. Talvez essa seja a melhor definição para a Maison à Bordeaux. Projeto de 1998 do arquiteto holandês Rem Koolhaas. A localização da casa nunca foi  muito bem definida, sabe-se apenas que ela foi implantada sobre um morro numa região a cerca de cinco quilometro do centro de Bordeaux, França. Não há rua, nem  número e também não se sabe o nome dos proprietários. Mas a casa é repleta de significados.

Depois de um grave acidente de carro que deixou o homem paraplégico, o que ele mais desejou foi a sua “liberdade” de volta. E essa foi a missão de Koolhaas. Ele precisava conceber um projeto que expressasse todas as expectativas do dono da casa e que permitisse a ele usufruir de todas as suas possibilidades de maneira plena. Era como uma redefinição do espaço.

A casa projetada pelo arquiteto se tornou um ícone da arquitetura contemporânea e uma das principais responsáveis pelo Pritzker Prize que ele recebeu em 2000. É uma obra que transpõe a linha do tempo e mexe profundamente com o nosso (ou pelo menos o meu) imaginário.

Liberdade é a palavra-chave  para entender a residência. Com 500m² de área construída a casa se divide em três blocos sobrepostos e uma área de serviço lateral.  No bloco inferior, que tem uma parte subterrânea cavada sob o morro, funciona a área íntima, com os quartos e salas, uma adega e a cozinha. O bloco intermediário ficou destinado para abrigar a área social, com uma ampla sala de estar e jantar. E no superior um amplo espaço aberto divido em dois ambientes, um escritório para o casal e o outro para as atividades dos filhos.

Para ligar os três espaços Koolhaas tomou partido de um elevador, mas não uma caixa metálica convencional. A estrutura  funciona como uma pequena sala móvel que interliga os ambientes e passeia verticalmente dentro da estrutura.

Margeando essa sala/elevador existe uma imensa estante de livros que também cruza os três andares até chegar em uma área aberta no andar superior.

O projeto permite que o visitante/usuário/quem tiver o privilégio de ver pessoalmente tenha inúmeros pontos de vista da mesma obra, como se os espaços se transformassem a cada metro percorrido. Aliado, claro, a uma decoração minimalista e de muito bom gosto.

A estrutura é bem marcada, com grandes vigas metálicas. Como todo bom arquiteto, Rem também bebeu na fonte do modernismo (e do brutalismo), com todo esse aço e concreto aparente. A estrutura define a arquitetura e em nenhum momento é “mascarada”. Uma depende da outra.

Pois bem, agora vamos dar aquela paqueradinha nas fotos da casa?

A casa tem uma incrível vista para a cidade a parte central do volume é toda com fechamentos em vidro, dando a impressão que esse pesado bloco de aço flutua sobre a estrutura de sustentação.

Essa tiazinha é um mistério. oO

O cara.

 

…E pra começar a semana:

     Confesso que não me considero fã da Amy, e que gosto mais de “Frank” que do histórico (agora, mais que nunca) “Back to black”, mas desde sábado uma estou remoendo uma dorzinha no meu coração. Principalmente porque, do alto de minha crença utópica (ou não) de que as pessoas podem ser melhores e fazerem o bem para si mesmo e para os outros, prima Amy entrava com folga na minha listinha daqueles que ainda conseguiriam fazer muita coisa boa nesse mundo.
     Enfim, Amy agora virou estrela, definitivamente. E é com essa minha dorzinha ainda presente que eu começo a semana com uma das músicas dela que mais gosto:


The sun goes down, a star is born, baby.

 

 

Bom dia, segunda-feira. #5

Eu não sei você, mas eu quero muito amor pra começar minha semana…

Semanário do Nós 4! #8

Galeria Melissa ganha vida em animação feita com 350 mil folhas de post-it.

Making of da animação feita na Galeria Melissa.

Quantas imagens cabem na imaginação infantil?

Mollie Makes: For people who love the crafty life.

Turorial de maquiagem colorida para os olhos

Freakstyle site

Curta-metragem da Miu Miu para o lançamento da nova linha de óculos de sol

Style A Holic

 

Eu Quero! #5

Todo mundo sabe que a fã da Melissa no nosso grupo é a Maria Clara, mas juro pra vocês que há muito tempo não tenho tanta vontade de comprar uma sandália de plástico como estou tendo desde que vi a Lady Dragon da coleção do Jason Wu.

Ah gente, EU QUERO!

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